quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Afronta...



Por onde andas homem tateante?
Percorrí todos o becos.
Num certo momento
vi-me com garrafa na mão.
Não ,não quero me redimir.
Espero-te aqui...Não vens!?
Despido de pudor,amaste-me.
Foi uma noite lúgubre
Agora perambulo em trevas
como figura fúnebre.
Minha alma padece
de amor esquecido.







Por onde andas homem tateante?
Se não me buscas em meu pior instante
Percorri todas as trilhas
Um certo momento
vi-me com os sonhos no chão
Não, não precisa me perdoar
Te espero ainda... apenas vem!
Vem me despir com teu amor insano
Faça desta noite eterna uma manhã de sol
Preciso reviver minha alma
Que padece ainda
E chora,
Por este amor que tú levaste embora!



REGINA FERREIRINHA E NICE CANINI

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